quinta-feira, 19 de junho de 2014

Augusto Cury lança Bíblia de estudo e afirma ser um “cristão sem fronteiras”

Autor de livros sobre Jesus deseja aliar espiritualidade e psiquiatria

por Jarbas Aragão

Augusto Cury lança Bíblia de estudo e afirma ser um “cristão sem fronteiras”Augusto Cury afirma ser um "cristão sem fronteiras"


Após vender milhões de exemplares de seus livros, o psiquiatra e escritor Augusto Cury se arrisca no lançamento de uma Bíblia de estudo pela editora Abba Press. Trata-se de notas assinadas por ele na Freemind – Mentes Livres, com texto da Bíblia King James Atualizada.

Além do texto bíblico, a edição traz cerca de 200 páginas commaterial da tese de doutorado de Cury, cujo título era justamente “Freemind – Mentes Livres”. Tratam-se de 24 princípios básicos, aliados a reflexões, exercícios e dinâmicas. Podendo ser praticadas em grupo ou individualmente, essa proposta oferece “ferramentas psicossociais” que podem auxiliar as pessoas “a lidar com suas mentes”, indica o autor.

Questionado sobre sua fé, Augusto Cury dá um breve testemunho: “um dos maiores ateus que pisou nesta terra. Mas depois de estudar a personalidade de Jesus sob o crivo da ciência, percebi claramente que ele não cabe no imaginário humano. Tornei-me um cristão sem fronteiras”.

O autor explica que seu objetivo é ajudar pessoas que possam estar enfrentando problemas de ordem psicológica. “A minoria vai se tratar. E o tratamento é caro. Por isso desenvolvi o “Freemind” e o estou disponibilizando gratuitamente. Embora as editoras que o publiquem tenham seus custos e necessitem cobrar pelos livros, mas eu não recebo literalmente nada, a não ser o prazer em contribuir com a humanidade”, esclareceu ele em entrevista recente.

Cury defende que deseja apenas aliar ferramentas da psicologia moderna com as “ferramentas que Jesus, como o Mestres dos mestres, ensinou e trabalhou amplamente em seus discípulos”. Para isso, oferece nessa edição dicas de como prevenir ansiedade e outros transtornos emocionais e desenvolver a inteligência socioemocional das crianças.

Embora cercado de críticas, Cury já escreveu vários livros sobre Jesus e acredita ter uma contribuição a dar. “Se as religiões e as ciências humanas tivessem estudados as ferramentas psicológicas que Jesus utilizou na educação da emoção dos seus alunos ou discípulos, a humanidade não seria a mesma”, defende.

Para o escritor, Jesus foi “o poeta da generosidade” e da inclusão social e também “foi Freemind, teve uma mente livre, mesmo quando o mundo desabava sobre ele”.

Osvaldo Paião, da editora Abba, responsável pela Bíblia de estudo Freemind, conta que o lançamento será durante a Conferência Freemind, dia 5 de julho na Igreja Batista do Morumbi, em São Paulo. Ele explica que o Dr. Cury irá ensinar “como os leitores poderão colocar em prática as ferramentas e princípios da sua tese de reprogramação mental, emocional e espiritual a fim de que novos horizontes de felicidade sejam experimentados e a libertação de eventuais amarguras, traumas, vícios, sistemas nervosos e de autopunição (culpa) sejam equacionados e tratados”. Com informações Revista Ultimato


Fonte: Site Gospel Prime
http://noticias.gospelprime.com.br/augusto-cury-biblia-freemind/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Um comentário:

  1. Um livro de Augusto Cury, Inteligencia Sócio Emocional, (Distribuido nas escolas) , prega a liberdade e o controle do EU. Jesus em Mt. 16.24 diz Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; A Palavra de Deus nos ensina a NEGAR-SE, AMAR AO PRÓXIMO, Quando esta mesma Palavra nos incita à MEDITAR NA PALAVRA, certamente ela está totalmente certa no que diz. Quando Deus incita Josué a MEDITAR na Palavra, Ele estava certo.Augusto Cury diz ser um "cristão sem fronteiras" a que fronteiras ele se refere?? A igreja ( me refiro ao CORO DE CRISTO precisa voltar ao Evangelho puro aquele que Jesus nos mandou viver, o amar ao próximo como a SI mesmo, pois, quando nós nos amamos seguindo a Regra Áurea, não fazemos ao próximo o que não gostaria que fizessemos a nós.

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