sábado, 18 de abril de 2015

O que foi o espinho na carne de Paulo?




Várias explicações sobre a natureza do espinho na carne de Paulo já foram dadas. Elas variam de tentação incessante, doença intratável ou crônica, a perseguição de seus antigos irmãos de fé os Judeus, e até pasmem, já houve quem disse que eram tentações na área sexual.





O que sabemos sobre esse espinho na carne é mencionado por Paulo em 2 Coríntios 12,7:


“E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte.”


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Primeiro, o propósito do espinho na carne era fazer com que Paulo permanecesse humilde. Qualquer pessoa que tivesse encontrado Jesus, falado diretamente e sido enviado pessoalmente por Ele (Atos 9:2-8) ficaria, em seu estado natural, orgulhoso da sua experiência incrível. Acrescente a isso o fato de que Paulo tinha sido guiado pelo Espírito Santo a escrever muito do Novo testamento, e é fácil ver como ele poderia ter se tornado orgulhoso e arrogante.


Segundo, sabemos que a aflição veio de Satanás ou de um dos seus mensageiros. Assim como Deus permitiu que Satanás atormentasse a Jó (Jó 1:1-12), Deus permitiu que Satanás atormentasse Paulo para que Seu propósito e Sua vontade fossem executados.




É fácil compreender por que Paulo consideraria esse espinho como um atrapalho a um ministério mais efetivo e amplo (Gálatas 5:14-16) e por que ele pediu continuamente a Deus que o removesse de sua vida (2 Coríntios 12:8).



No entanto, ele aprendeu dessa experiência a lição que permeia seus escritos:

O poder divino é melhor demonstrado quando no meio da fraqueza humana (2 Coríntios 4:7), para que apenas Deus receba o louvor e crédito (2 Coríntios 10:17).



Ao invés de remover o problema, Deus deu a Paulo graça e força através da situação, e foi Ele quem declarou que Sua graça é “suficiente”:



“Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado.E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte.Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou.E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.”(Romanos 7,8-25)



“LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”

Fonte: Blog Beraká
http://berakash.blogspot.com.br/2015/03/o-que-foi-o-espinho-na-carne-de-paulo.html

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